Este conceito de debate e diálogo procura trazer especialistas em determinadas áreas para estimular a reflexão sobre áreas críticas do negócio do fitness.

Os convidados para estas sessões são personalidades que no seu dia-a-dia trabalham e lideram equipas e vão deixar a sua marca pelas opiniões, pelas reflexões ou, quiçá, pela controvérsia das mesmas. Afinal, o fitness do futuro implica inovar, transformar e abandonar zonas de conforto. Está preparado/a? Venha ouvir especialistas e técnicos na matéria e discutir com eles as soluções que funcionam.

Este movimento integra profissionais de saúde e de exercício físico com o entendimento que o exercício físico é um elemento central para a saúde, devendo ser devidamente considerado e prescrito como uma ferramenta de promoção.
 

  • Terá a rede médica a informação que nos ginásios existe uma formação muito exigente e com obrigatoriedade de reciclagens permanentes por parte dos técnicos?
  • Para se chegar a Médico é necessário uma cultura de estudo máxima e, dir-se-ia, perpétua. A medicina é, pois, um organismo vivo que, todos os dias, é alimentada com novas enfermidades, fármacos e técnicas. Poderá este percurso cientifico-académico de vários anos e esta permanente exigência de atualização influenciar no ato de prescrição relativos a planos do exercício e atividade física?
  • De que forma o “estar/ser fisicamente ativo” é uma matéria do foro educativo ou comportamental?
  • Por que os ginásios – negócio que gira em torno da ideia de que faz bem às pessoas – têm que trabalhar tanto e gastar tanto dinheiro para atrair clientes?
  • Concorda com a ideia que existe uma discrepância entre a forma como os ginásios se veem a si próprios – como algo que ajuda as pessoas a viver mais saudáveis e felizes – e a forma como o público vê, ie, empresas que levam o dinheiro e, em seguida, amarram a um contrato? 


    O negócio do fitness vive um período muito delicado em termos de vendas e rentabilidade, apesar das enormes potencialidades deste sector. O flagelo do desemprego, o menor rendimento disponível e consequente redução no consumo geram uma enorme pressão nas vendas; porém, este cenário é ainda agravado pela crescente incerteza, refletindo-se na decrescente taxa de retenção nos clubes.

    As vendas são as asas de uma organização e quando estas fraquejam não há voo que resista! Em momento de contração, os protocolos de vendas e as estratégias de retenção ganham ainda maior importância para conduzir a boas taxas de fecho e rentabilidade.

    Estes dois parceiros da AGAP vêm discutir algumas das estratégias e soluções que funcionam. Afinal, sem asas, não há vantagem competitiva que resista.

    • Como aumentar as vendas e rentabilidade?
    • Três estratégias comerciais para implementar a partir de amanhã nos clubes?
    • Do orçamento global de mkt & vendas (incluindo recursos humanos) qual o valor que deve ser aplicado à NET (vendas on line, email mkt, motores de pesquisa, facebook). Exemplos de sucesso.
    • Aumentar  rentabilidade = incrementar vendas de serviços complementares. Personal training, nutrição e outros? Que estratégias?
    • O coaching veio para ficar! Qual o seu papel na eficiência das vendas?
    • Quais as tendências de mkt & vendas que irão ter mais impacto nos próximos 12 meses?

     


    O fitness assiste a uma evolução de conceitos e de novas tendências que estão a agitar os empresários e os técnicos de exercício. com o aparecimento de alguns operadores low cost e a multiplicação de estúdios de treino especializados, o fitness está hoje com uma cobertura e abrangência mais vasta.

    Parece claro que, no momento atual, o pior "lugar estratégico" para uma marca é a sua indefinição. Os empresários que operam neste mid-market não devem cair na armadilha de querer alcançar a excelência no serviço ou produzir ao menor custo possível, sem uma visão clara de quem é o seu cliente e que necessidades quer cobrir. Por outras palavras, a proposta de valor a entregar ao cliente tem que ser redesenhada.

    • Estes novos segmentos vieram para ficar ou são apenas resultado da atual situação económica mundial? Qual a rentabilidade esperada destes projetos?
    • O low cost, afinal, vem criar ou destruir mercado, ie, procura novos tipos de clientes ou prefere agarrar os do ginásio ‘tradicional’?
    • Quais os fatores que têm maior importância na gestão de um espaço exclusivo (pe, estúdio) em comparação com um ginásio convencional?
    • A discrepância entre como o ginásio se vê a si próprio (ajudar as pessoas a sentir-se bem e mais saudáveis) e como a população vê o ginásio (dinheiro, amarrar a um contrato e falhas no serviço)


    LÍDERES DOS PAINÉIS

    A Organização do 6EN convidou para a moderação e liderança destes painéis de discussão, distintos elementos dos corpos sociais da AGAP. Independentemente de estarem dentro ou fora da componente operacional de gestão dos clubes, são pessoas com um conhecimento muito amplo sobre a indústria e uma experiencia enriquecedora que, certamente, vão estimular a discussão.
     

     

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